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A vida de Jane Austen na sétima arte


Por Patrícia Fernandes


Jane Austen viveu entre 1775 e 1817, se tornando uma das mais influentes e premiadas escritoras da literatura britânica pelos comentários sociais e uso da ironia. Seus romances e mesmo sua vida pessoal têm sido adaptados em filmes para televisão e cinema, peças de teatro e livros que, por vezes, se distanciam das obras originais.


Muitas foram as obras cinematrográficas baseadas na vida e obras da autora. Provavelmente, a produção sobre sua vida pessoal mais famosa é o filme histórico biográfico Becoming Jane. Ele é inspirado no livro Becoming Jane Austen (ISBN 978-1847250469), que constrói uma crônica da juventude da autora, especialmente seu relacionamento com o jovem Tom Lefroy, baseado nas cartas trocadas entre Jane e sua irmã Cassandra.








Os roteiristas declaram ter tentado desenvolver a história de forma coerente a partir do que conheciam sobre Austen por seus livros e cartas. Uma das grandes críticas de fãs e acadêmicos especializados em Jane Austen foi a clara expressão no filme de que a principal obra da autora, Pride and Prejudice, teria sido baseada em eventos de sua vida real. A produção dirigida por Julian Jarrold ainda gerou muitas discussões pela escolha da atriz norte-americana Anne Hathaway como intérprete da autora inglesa.

Outra obra que tenta reconstruir parte da vida de Jane Austen é o drama histórico produzido pela BBC Fictions Miss Austen Regrets. Essa história apresenta a vida romântica da autora, que, apesar de ter estabelecido um padrão para a ficção romântica, morreu sem nunca se casar ou encontrar seu Mr. Darcy.







De acordo com a roteirista Gwyneth Hughes, o filme televisivo semi-biográfico foi baseado nas cartas de Jane que sobreviveram ao tempo. Ele se foca em seus últimos anos, quando, ao ajudar sua sobrinha a escolher um marido, Jane olhava para o passado, sua vida e seus próprios amores.

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