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Troféu em vivência

Por Alexandre Strachan e Rebeca Letieri


São 9 prêmios e diversas experiências que serão levadas ao Congresso Nacional de Comunicação Social em Foz do Iguaçu. A viagem, de fato, proporcionou aos participantes do Intercom Sudeste 2014 uma oportunidade de vivência e conquista, que marcarão para sempre seu período universitário.


Confira, a seguir, a tabela de premiados: tabelapremiados3

Junto com Camilla Britto, Daniel Abilio enviou o paper confiante da vitória. “Mas mesmo assim com aquela sensação de que podia dar errado. Esse projeto tem muita importância pra mim porque é algo que eu criei e cresceu por eu ter corrido atrás disso para que fosse inscrito, aceito e vencido. Por ter um significado especial, se tornou emocionante a premiação na hora que anunciaram. Foi o primeiro prêmio que ganhei na carreira que quero seguir, por isso chorei com a vitória e acho que fui o único”, riu Daniel. “Quanto ao nacional, confio no meu trabalho e no da Camilla, se eu não acreditar no meu trabalho, quem mais vai acreditar? Vou sabendo que os outros trabalhos também devem ser muito bons por terem chegado ao Nacional, mas quero acreditar que o meu é páreo pra eles. Obviamente eu adoraria ganhar, mas se não acontecer, vou ficar feliz de ter chegado tão longe com algo que foi desacreditado por alguns e muito satisfeito de participar do projeto e ter conhecido Foz do Iguaçu”, completou.


Mariana Penna, do 7º período do curso de jornalismo, tem grande expectativa para o Nacional. "Eu confesso que estou mais nervosa. Afinal, de acordo com os inscritos no Expocom, eu sou a melhor do sudeste na minha categoria, o que tem uma grande relevância. Sendo assim, vou competir com os melhores do país. É claro que eu desejo muito vencer, mas só de chegar até lá já me da um orgulho imenso de mim mesma e da minha universidade, que me deu os instrumentos para chegar até aqui", disse. "Vencer o prêmio foi sensacional, eu não imaginava que iria ficar tão feliz, pois era uma simples vinheta. Mas ouvir seu nome ser chamado em meio a um auditório lotado, cheio de gente com grandes expectativas, é de fato emocionante".


Laís acrescenta: "Nada foi igual ao gostinho de levar um prêmio por um trabalho que, além de ter concluído meu período na faculdade, foi um prazer enorme de fazer, tanto para mim como para a Priscila, minha dupla. Sinceramente não esperava ganhar. Não porque achava nosso trabalho inferior, mas porque reconheci a qualidade técnica dos outros trabalhos e o esforço dos outros participantes. Então, quando anunciaram o Literaruas, nossa, foi maravilhoso", comemora.


O jornal dos alunos, O Casarão, que já concorreu no ano anterior, levou pela primeira vez o prêmio. “A experiência foi incrível, foi grandiosa por saber que eu estava representando mais do que um trabalho que eu tinha feito para alguma disciplina, eu estava mostrando os resultados de uma ação coletiva, dos alunos de comunicação, que se esforçaram – e se esforçam – tanto para trazer matérias interessantes, com visões diferentes, assuntos não abordados pela mídia convencional. Um esforço dos professores e coordenadores do IACS que compraram nossa ideia e abriram uma disciplina que tornou possível que o Casarão virasse o que é hoje”, contou Lara Vieira. Para a estudante, ganhar o prêmio foi simbólico. “Foi a confirmação de que nossos esforços, nosso suor, cada palavra, cada entrevista feita está valendo a pena, o projeto multimídia do Casarão vem atraindo cada vez mais e mais leitores, vem construindo uma identidade, dando uma cara e uma voz a nós, alunos de Comunicação Social. Agora a gente quer o Nacional. Mas sabemos que, independente do resultado, será uma experiência melhor melhor”, completou.


Confira, a seguir, alguns momentos que os alunos da UFF viveram em Vila Velha:

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